Thursday, May 31, 2007

Ngeners

Texto retirado da introdução do livro "Educating the net generation":

It started with our children. Trying to get them to study without the TV and radio was rarely successful. (We succeeded—temporarily—when the house had been struck by lightning and almost all the household electronics were "fried.") Trying to concentrate with the stereo on drove us crazy, but didn’t seem to have any impact on them. None of our dire predictions about poor grades materialized. We probably rented as many games from Blockbuster as we did videos. At one point we thought we’d better find out what these games were all about. They let us try a game—something to do with Grand Prix auto racing. We both drove the car right into the wall. One dose of humiliation was enough to convince us that our visual-spatial skills would be no match for theirs, no matter how much we practiced.
The youngest used to arrive home after school and shout, "Hi, Mom, I’m home. Are you on the Internet?" Those were the days of dial-up, of course. I had to get offline so he could get on. He wouldn’t go outside with his friends until he’d checked e-mail and chatted with his online pals. It seemed odd, but to many parents, the teenage years are just that—odd.
Sometimes we’d ask them about information technology. We’ve gotten used to seeing the semi-surprised look on their faces when we’d ask what seem to be reasonable questions about technology. They were polite enough not to say, "Are you serious?" but we could tell they thought that by looking at them. And, like many parents, when it comes to getting consumer electronics information—a new cell phone plan, for example—we’d ask the kids to figure it out for us. You don’t need to ask who set up the VCRs, remote controls, and DVD players in our house, do you?
Many of you have probably had similar experiences with your children, nieces or nephews, or even grandchildren. These situations often lead us to say, "That’s not how it was when I was growing up."
But it all started to make more sense on Sundays. On Sunday nights we have the tradition of getting the family together for dinner. We thought we could use these occasions to help the children hone their critical thinking, powers of persuasion, and appreciation of the world around them. Well, perhaps we did. But we are the ones who learned the most.
We learned about technology. Even our least technologically inclined son could tell us things about graphics and images that we didn’t know. He has a digital literacy that eludes us. We heard about experiential learning. Each one of the kids has talked about wanting—and needing—hands-on experiences to learn. At first we thought it was due to all those hours with LEGOs when they were young. We now think it is something more significant. We learned many other things as well. What we assumed was impatience is something they consider immediacy—responses are supposed to be fast. The list goes on and on.
The relevance of what we were hearing applies to more than parenting, though. We probably speak for most educators when we say that not only do we not really understand our children, but we don’t really understand our students the way we’d like to.

pdf aqui

Penso que este texto ilustra bem a realidade das novas gerações habituadas á internet. Gerações que se habituaram a ter respostas imediatas ás suas dúvidas, acesso a todo o tipo de informação e a todos os cantos do mundo.
Acredito que o conflito de gerações se deve um pouco á falta de informação que as gerações anteriores a esta têm em relação ás novas tecnologias como a internet; normalmente tem-se medo daquilo que se desconhece, assim as gerações anteriores têm tendência a afastarem-se destes novos fenómenos, não os compreendendo.
Também os filhos, os ngeners, não compreendem a incompreensão dos pais em relação e todas estas novidades, isto porque para eles, os ngeners, isto não são novidades, são coisas que cresceram e se adaptaram a eles.

Ciberactivismo

podcast

weblogs, photoblogs, videoblogs

journal of a photographer blog que nos remete para vário sites e blogs de fotojornalismo, não tendo apreciado alguns dos sites sugeridos no blog gostei bastante das fotos do artigo Kitzbühel Partynights



An elderly man walks in front of a huge billboard on Fifth Avenue
in Manhattan. The billboard displays a young man advertising
underwear for a company. Fifth Avenue is one of the most expensive
shopping streets in the world.



David Fonseca foi aos states durante a sua estadia criou um vblog
menina azul blog de uma amiga duma amiga minha, penso que tem fotos interessantes com cores vibrantes!
creaktif site excelente com design em 3d e fotos
kodap site português de Carlos Quitério com trabalhos excelentes

Wednesday, May 30, 2007

Movimentos ideológicos na internet

A net é o meio de divulgação mais democrático que existe actualmente, qualquer pessoa pode ter um blog ou um website, onde poderão publicar todos os conteúdos que desejarem, sem qualquer tipo de controlo. A divulgação dos blogs contribuiu em muito para esta "abertura" ao grande público, dada a facilidade da sua criação e publicação. Cada vez mais os blogs são usados na divulgação de conteúdos, quer sejam de cariz ideológico ou meramente lúdico. Assim cada pessoa tem acesso a um espaço onde se pode exprimir de ínfimas maneiras. Desde ideologias de índole extremista até ás mais moderadas na net pode-se encontrar de tudo.
A net é, já de si, um movimento ideológico, um movimento ideológico de cada utilizador, só vemos o que queremos ver, escrevemos o que queremos escrever. Esta liberdade que o utilizador tem de ser apenas sujeito ás influências que deseja penso que possa ser perigosa, uma vez que pode levar um individuo a ouvir apenas o que lhe interessa. Na minha opinião isto pode dar origem a um afunilamento de pensamentos, o que pode ser perigoso, especialmente quando se trata de jovens, visto serem mais susceptiveis a influências externas. Penso que para se ter uma boa consciência da realidade em que vivemos devemos tentar abordar o máximo de pontos de vista possiveis. Ora aqui está porque eu acho que a net pode ser perigosa neste âmbito. Se só vejo o que quero ver torna-se para mim difícil compreender o ponto de vista dos outros.
Disto se aproveitam muitas ideologias de índole extremista, que além de não estarem sujeitas a qualquer tipo de regulamentação conseguem atingir fácilmente o seu público-alvo. Penso que posso inclusivamente dizer que atingem precisamente esse público, uma vez que, como já foi dito inúmeras vezes anteriormente, na net só vemos o que nos interessa.

Texto sobre o filme "a onda" que dá relevância a um fenómeno pertinente:

Ascensão do irracional?

O retorno do irracional em forma de ‘onda’ ou de ‘massa’ parece ser uma resposta desesperada de algumas culturas resistindo à modernização ocidental liberal-burguesa-democrática; a globalização econômica em que pese o seu sentido capitalista excludente também tem produzido novas idéias e tecnologias que beneficiam toda a humanidade, embora causem em alguns grupos mais tradicionais o medo de perder sua identidade comunitária, tal como analisa Castells (1999) e Japiassu (2001).
Aos educadores, é imprescindível trabalhar junto com os alunos, desde cedo, a ética da tolerância, o respeito à diversidade cultural e as diferenças demasiadamente humanas, bem como o desenvolvimento do espírito democrático e pluralista, onde a paz e a liberdade devem ser ativas.
O conhecimento científico, a informação e a tecnologia são insuficientes para melhorar o ser humano. É preciso desenvolver uma nova educação que encare o mundo complexo e promova, além da pesquisa que aspira o conhecimento novo, também uma sabedoria prática para se viver a vida pessoal e coletiva em tempos tão sombrios.
Os sintomas atuais de ascensão do irracional humano vem se revelando não só através de grupos nazi-fascistas que formam uma ‘onda’ pregando a “supremacia da raça branca”, a perseguição de judeus, negros, índios, homossexuais, nordestinos do Brasil, feministas, esquerdistas, democratas, etc. O fundamentalismo religioso (cristão, islâmico e judaico), os atos dos criminosos ligados ao narcotráfico, o terrorismo protofascista de grupos ou de Estado, sem projeto político, podem ser considerados sintomas de “ascensão do irracional” (em nosso artigo, em
http://www.espacoacademico.com.br/004/04ray.htm, observamos três sintomas do protofascimo no terrorismo: o desprezo do diálogo pelo ato – do ato pelo ato; o argumento pela emoção. Para Eco (1995) é a “a ação pela ação’ e a “luta pela luta”. Na leitura psicanalítica é representado pelo ‘mais-gozar’ da ação e o ‘mais-gozar’ da luta sem fim).
O filme “A onda” focaliza, por um lado, o imperativo da ordem e disciplina e, por outro, o desejo de controlar a pulsão agressiva dos seres humanos travestido em organização fascista aspirando ser moral.
“A onda” pode ser vista através de alguns movimentos políticos-ideológicos de nossa história: quando atuou em nome de uma suposta “superioridade da raça ariana”, causou o genocídio nazista; quando levantou a bandeira da “causa do proletariado” milhares foram estigmatizados de ‘anti-revolucionários’, ‘reacionários burgueses’, ‘intelectuais inúteis’; quando surgiu com o nome de “revolução cultural” fez o povo quase perder suas tradições; quando “em nome de Deus” milhares são assassinados; quando “em nome do Bem contra o Mal”, da “causa justa” ou da “democracia”, invadiu países, destruindo prédios e vidas; Enfim, quanto o irracional está a serviço da racionalidade, o resultado é a imoralidade, o sofrimento e a morte em massa. Quando a intolerância quer ser reconhecida como moral e legal, justificando que a repressão da autonomia dos sujeitos é necessária “para o bem de todos”, a razão se faz cínica. Assim, é preciso reconhecer que ser racional não basta para singularizar o que é ‘ser humano’, ou seja, falta saber se ser racional é condição sine qua non para ser razoável e capaz de estabelecer empatia para com o nosso semelhante.

Inserido de <http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm>

Resumindo, antes que deixe de fazer sentido, a internet é um meio poderoso que é preciso saber utilizar, ideologias sempre as houve, penso que o problema é a fragilidade e/ou susceptibilidade das pessoas. Devemo-nos envolver nas causas que acreditamos desde que não nos afundemos nelas.

Wikis em volta da série Lost

lostwiki wiki internacional dos fans da série
wikipedia página da wikipedia relativa á série
lostpedia wiki portuguesa do lost
lostwiki unofficial
lostpedia internacional





Todas as wikis tÊm mais ou menos os mesmos conteúdos.Em várias se podem encontrar votações e apreciações aos vários episódios da série.Na minha opinião a mais interessante é a lostwiki não oficial.

Tuesday, May 29, 2007

WILL BLOGS KILL OLD MEDIA?

Eu penso que os blogs não vão causar a extinção dos meios de comunicação tradicional. Por enquanto os blogs ainda não têm a credibilidade que as pessoas desejam, e essa credibilidade, hoje em dia, é como que atribuida pelos meios de comunicação tradicional. Mesmo quando os blogs forem regulamentados e atingirem o máximo de credibilidade ainda os meios tradicionais subsistirão. Estes além de serem em formatos mais apelativos como os jornais, que se podem ler de maneira mais cómoda do que os blogs, têm uma função agregadora, compilando noticias que interessam a determinada comunidade, o que facilita as coisas do ponto de vista do utilizador. WILL VIDEO KILL YOUR BLOG? este site dá-nos um ponto de vista interessante da volatilidade da internet, primeiro vieram os blogs e cativaram as pessoas agora os videoblogs que direccionam as pessoas noutro sentido. Acredito plenamente que os tuturials por escrito desaparecerão rápidamente dada a complementariedade do video.
A meu ver, há pessoas que pretendem uma maior estabilidade, que pretendem que os conteúdos lhes sejam direccionados, que alguém escolha por elas. Assim penso que os meios tradicionais subsistirão com os seus "headlines" cativantes e acessíveis.

Tuesday, May 22, 2007

prison break

sinopse
Michael Scofield (Wentworth Miller) é um homem que enfrenta uma situação de desespero. O seu irmão, Lincoln Burrows (Dominic Purcell) está no corredor da morte e vai ser executado em breve, depois de ter sido condenado por assassinato, o qual Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem outras opções e com o tempo a chegar ao fim, Michael assalta um banco para que seja preso e levado para a mesmo recinto penitenciário onde o seu irmão está a cumprir pena. Uma vez lá dentro, Michael - um engenheiro civil com as plantas da prisão - vai tentar executar um elaborado plano para libertar Lincoln e
provar a sua inocência

site oficial: www.fox.com/prisonbreak

Prison Break é já um fenómeno a nível mundial, a série da fox vai já na segunda temporada e não pára de nos surpreender. Também já chegou a Portugal (artigo no JN online) e apesar de algum atraso em relação aos E.U. a segunda série começará a ser emitida brevemente. Diga-se que o atraso é apenas para os que só têm possibilidade de ver a série no formato tradicional, ou seja, na TV, neste caso na RTP1, visto que em sites como o Btuga (programa de torrents nacional) a série é colocada praticamente após a sua transmissão nos E.U. e mesmo as legendas em português, graças a pessoas que passam a noite inteira a traduzir a série, aparecem prontamente no dia seguinte.

Existem na net imensas comunidades relacionadas com prison break .
Aqui ficam alguns blogs nacionais:
blog de cinema
blog ptgate